{"id":36613,"date":"2026-05-13T11:00:00","date_gmt":"2026-05-13T14:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.dattos.com.br\/?p=36613"},"modified":"2026-05-12T13:48:05","modified_gmt":"2026-05-12T16:48:05","slug":"xml-de-nf-e","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.dattos.com.br\/en\/blog\/xml-de-nf-e\/","title":{"rendered":"XML de NF-e: o que \u00e9, como ler os campos principais e como usar os dados para concilia\u00e7\u00e3o e compliance"},"content":{"rendered":"<p><strong>O XML da NF-e cont\u00e9m todos os dados fiscais de uma opera\u00e7\u00e3o comercial em formato estruturado<\/strong> e \u00e9 o \u00fanico documento com validade jur\u00eddica no Brasil. O DANFE, que a maioria dos times fiscais imprime e arquiva, \u00e9 apenas uma representa\u00e7\u00e3o visual desse arquivo. Sem o XML, a nota n\u00e3o existe juridicamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Toda empresa que emite ou recebe notas fiscais eletr\u00f4nicas precisa armazenar os XMLs pelo prazo m\u00ednimo de 5 anos, conforme a <a href=\"https:\/\/www.confaz.fazenda.gov.br\/legislacao\/ajustes\/2005\/AJ_007_05\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">cl\u00e1usula d\u00e9cima segunda do Ajuste SINIEF 07\/2005<\/a>. E com a chegada dos novos campos de CBS e IBS a partir de 2026, o conte\u00fado dos XMLs ficou mais complexo. N\u00e3o entender o que est\u00e1 dentro de cada arquivo \u00e9 perder a capacidade de conciliar, de auditar e de comprovar conformidade regulat\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo explica o que \u00e9 o XML da NF-e, como ler os campos principais, como armazenar corretamente e como usar os dados para concilia\u00e7\u00e3o e compliance fiscal. Boa leitura.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que voc\u00ea vai aprender neste artigo?<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O que \u00e9 o XML da NF-e e por que ele tem validade jur\u00eddica;<\/li>\n\n\n\n<li>A estrutura do arquivo e os campos mais relevantes para o fiscal;<\/li>\n\n\n\n<li>Como armazenar XMLs corretamente para cumprir a legisla\u00e7\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li>Como usar os dados do XML para concilia\u00e7\u00e3o e auditoria;<\/li>\n\n\n\n<li>O que muda nos XMLs com os novos campos de CBS e IBS em 2026.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 o XML da NF-e e por que ele tem validade jur\u00eddica?<\/h2>\n\n\n\n<p>O <strong>XML da NF-e<\/strong> <strong>\u00e9 um arquivo em formato de texto estruturado (eXtensible Markup Language) que cont\u00e9m todos os dados da nota fiscal eletr\u00f4nica em campos padronizados<\/strong>. Ele \u00e9 assinado digitalmente com o certificado digital do emitente e autorizado pela SEFAZ estadual, que devolve um c\u00f3digo de autoriza\u00e7\u00e3o chamado <strong>chave de acesso de 44 d\u00edgitos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A chave de acesso \u00e9 o identificador \u00fanico de cada nota. Com ela, qualquer pessoa pode consultar a nota no Portal Nacional da NF-e e confirmar sua validade. Sem a chave de acesso e o XML original, a nota n\u00e3o pode ser comprovada perante o Fisco.<\/p>\n\n\n\n<p>O DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletr\u00f4nica), aquele documento A4 que acompanha a mercadoria, \u00e9 apenas uma representa\u00e7\u00e3o visual para facilitar o transporte. Ele n\u00e3o tem validade jur\u00eddica sem o XML correspondente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 a estrutura do XML da NF-e?<\/h2>\n\n\n\n<p>O XML da NF-e \u00e9 organizado em grupos de informa\u00e7\u00f5es. Conhecer os principais grupos permite localizar rapidamente os dados necess\u00e1rios para concilia\u00e7\u00e3o e auditoria.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table is-style-stripes\"><table class=\"has-fixed-layout\"><thead><tr><th><strong>Grupo<\/strong><\/th><th><strong>Tag principal<\/strong><\/th><th><strong>O que cont\u00e9m<\/strong><\/th><\/tr><\/thead><tbody><tr><td>Identifica\u00e7\u00e3o<\/td><td>&lt;ide&gt;<\/td><td>N\u00famero, s\u00e9rie, data de emiss\u00e3o, natureza da opera\u00e7\u00e3o, UF emitente, tipo de documento (1=NF-e, 55=NF-e, 65=NFC-e)<\/td><\/tr><tr><td>Emitente<\/td><td>&lt;emit&gt;<\/td><td>CNPJ, raz\u00e3o social, IE, endere\u00e7o e regime tribut\u00e1rio (CRT) do emitente<\/td><\/tr><tr><td>Destinat\u00e1rio<\/td><td>&lt;dest&gt;<\/td><td>CNPJ\/CPF, raz\u00e3o social, IE e endere\u00e7o do destinat\u00e1rio<\/td><\/tr><tr><td>Products and services<\/td><td>&lt;det&gt; \/ &lt;prod&gt;<\/td><td>C\u00f3digo, descri\u00e7\u00e3o, NCM, CFOP, unidade, quantidade, valor unit\u00e1rio e valor total de cada item<\/td><\/tr><tr><td>Tributa\u00e7\u00e3o por item<\/td><td>&lt;imposto&gt;<\/td><td>Detalhamento de ICMS, IPI, PIS, COFINS, ISS e, a partir de 2026, CBS e IBS por item<\/td><\/tr><tr><td>Total da nota<\/td><td>&lt;total&gt; \/ &lt;ICMSTot&gt;<\/td><td>Soma de todos os valores: base de c\u00e1lculo, impostos, frete, seguro, desconto e valor total<\/td><\/tr><tr><td>Transporte<\/td><td>&lt;transp&gt;<\/td><td>Modal de transporte, dados da transportadora, volumes e peso<\/td><\/tr><tr><td>Protocolo de autoriza\u00e7\u00e3o<\/td><td>&lt;protNFe&gt;<\/td><td>Chave de acesso, data de autoriza\u00e7\u00e3o e c\u00f3digo de retorno da SEFAZ<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o os campos fiscais mais importantes para o time fiscal?<\/h2>\n\n\n\n<p>Dentro do grupo de tributa\u00e7\u00e3o, estes s\u00e3o os campos que o time fiscal precisa monitorar para concilia\u00e7\u00e3o e conformidade:<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">CFOP (C\u00f3digo Fiscal de Opera\u00e7\u00f5es e Presta\u00e7\u00f5es)<\/h3>\n\n\n\n<p>Define a natureza da opera\u00e7\u00e3o (venda, transfer\u00eancia, devolu\u00e7\u00e3o, remessa etc.) e determina quais impostos incidem e como. Um CFOP incorreto \u00e9 uma das causas mais comuns de autua\u00e7\u00e3o fiscal, porque afeta a tributa\u00e7\u00e3o de ICMS e o direito ao cr\u00e9dito do destinat\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">CST e CSOSN<\/h3>\n\n\n\n<p>O CST (C\u00f3digo de Situa\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria) para empresas do regime normal e o CSOSN para o Simples Nacional definem o tratamento tribut\u00e1rio de ICMS, PIS e COFINS de cada item. Com a reforma tribut\u00e1ria, passam a existir tamb\u00e9m os CSTs de CBS e IBS, j\u00e1 abordados no artigo sobre NFS-e desta s\u00e9rie.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Base de c\u00e1lculo e al\u00edquotas por tributo<\/h3>\n\n\n\n<p>Cada tributo tem sua pr\u00f3pria base de c\u00e1lculo e al\u00edquota declaradas no XML. A concilia\u00e7\u00e3o entre o valor declarado no XML e o valor efetivamente escriturado no SPED \u00e9 o ponto mais cr\u00edtico para conformidade fiscal.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Chave de refer\u00eancia e CNPJ do emitente<\/h3>\n\n\n\n<p>Em devolu\u00e7\u00f5es, remessas e opera\u00e7\u00f5es complementares, o XML referencia a nota original pela chave de acesso. Manter o v\u00ednculo entre notas relacionadas \u00e9 essencial para a rastreabilidade fiscal.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como armazenar XMLs corretamente?<\/h2>\n\n\n\n<p>A obriga\u00e7\u00e3o de armazenar os XMLs pelo prazo de 5 anos se aplica tanto ao emitente quanto ao destinat\u00e1rio. O arquivamento incorreto \u00e9 uma das vulnerabilidades mais comuns em auditorias.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Formato e integridade<\/h3>\n\n\n\n<p>O XML deve ser armazenado em seu formato original, sem modifica\u00e7\u00f5es. Convers\u00f5es para PDF, impress\u00f5es do DANFE ou c\u00f3pias parciais n\u00e3o substituem o arquivo XML original assinado. Qualquer altera\u00e7\u00e3o no arquivo invalida a assinatura digital.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Organiza\u00e7\u00e3o por chave de acesso<\/h3>\n\n\n\n<p>O padr\u00e3o de mercado \u00e9 organizar os XMLs por CNPJ do emitente, ano, m\u00eas e n\u00famero da nota, com o nome do arquivo contendo a chave de acesso de 44 d\u00edgitos. Isso facilita a localiza\u00e7\u00e3o e a concilia\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Backup e redund\u00e2ncia<\/h3>\n\n\n\n<p>Uma \u00fanica c\u00f3pia local n\u00e3o \u00e9 suficiente. O Fisco n\u00e3o aceita &#8216;o arquivo foi perdido&#8217; como justificativa para n\u00e3o apresentar a nota em uma fiscaliza\u00e7\u00e3o. O armazenamento em nuvem com controle de vers\u00e3o e backup di\u00e1rio \u00e9 o padr\u00e3o recomendado.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Manifesta\u00e7\u00e3o do destinat\u00e1rio<\/h3>\n\n\n\n<p>Desde 2014, o destinat\u00e1rio pode e deve manifestar ci\u00eancia, confirma\u00e7\u00e3o, desconhecimento ou opera\u00e7\u00e3o n\u00e3o realizada para notas recebidas. Essa manifesta\u00e7\u00e3o \u00e9 feita no <a href=\"https:\/\/www.nfe.fazenda.gov.br\/portal\/principal.aspx\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Portal da NF-e da Receita Federal<\/a>. Notas n\u00e3o manifestadas pelo destinat\u00e1rio ficam pendentes e podem gerar inconsist\u00eancias na malha fiscal.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como usar os dados do XML para concilia\u00e7\u00e3o e auditoria?<\/h2>\n\n\n\n<p>O XML \u00e9 a fonte prim\u00e1ria de dados fiscais. Quando estruturado corretamente, ele elimina a necessidade de redigitar informa\u00e7\u00f5es e reduz drasticamente o risco de diverg\u00eancia entre o documento fiscal e os registros cont\u00e1beis.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Concilia\u00e7\u00e3o de entradas: XML vs. ERP<\/h3>\n\n\n\n<p>Para cada nota de entrada recebida, os dados do XML precisam ser conferidos contra o que foi lan\u00e7ado no ERP: CNPJ do fornecedor, valores, CFOP, base de c\u00e1lculo e impostos. Diverg\u00eancias entre o XML e o lan\u00e7amento no ERP geram inconsist\u00eancias no <a href=\"https:\/\/www.dattos.com.br\/en\/blog\/sped\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPED<\/a> que podem resultar em autua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Valida\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos de ICMS, PIS e COFINS<\/h3>\n\n\n\n<p>O direito ao cr\u00e9dito fiscal depende de que a nota de entrada tenha os campos corretos de tributa\u00e7\u00e3o. Uma nota com CST incorreto ou base de c\u00e1lculo divergente invalida o cr\u00e9dito correspondente. A an\u00e1lise autom\u00e1tica dos XMLs de entrada permite identificar essas inconsist\u00eancias antes da escritura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Concilia\u00e7\u00e3o de sa\u00eddas: XML vs. faturamento<\/h3>\n\n\n\n<p>As notas de sa\u00edda emitidas precisam ser conciliadas com o faturamento registrado no ERP. Notas canceladas, denegadas ou com valores divergentes que n\u00e3o foram ajustados no sistema geram inconsist\u00eancias no fechamento fiscal.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Auditoria de CFOP e tributa\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>Uma an\u00e1lise sistem\u00e1tica dos CFOPs utilizados versus os produtos e opera\u00e7\u00f5es correspondentes identifica erros de classifica\u00e7\u00e3o que passam despercebidos no lan\u00e7amento individual mas se tornam evidentes na an\u00e1lise agregada por per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que muda nos XMLs com os novos campos de CBS e IBS em 2026?<\/h2>\n\n\n\n<p>A partir de 2026, o layout da NF-e inclui o <strong>grupo IBSCBS<\/strong> com os campos de CBS e IBS por item. O conte\u00fado do XML ficou mais extenso e os sistemas de leitura e processamento precisam ser atualizados para processar os novos campos.<\/p>\n\n\n\n<p>Os impactos pr\u00e1ticos para quem trabalha com XMLs:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Sistemas de importa\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica de XML no ERP precisam reconhecer e mapear os novos campos;<\/li>\n\n\n\n<li>A concilia\u00e7\u00e3o de entradas precisa incluir a valida\u00e7\u00e3o dos valores de CBS e IBS declarados;<\/li>\n\n\n\n<li>Para emissores, o sistema de emiss\u00e3o precisa gerar os novos campos corretamente. Para mais detalhes, confira o artigo sobre a <a href=\"https:\/\/www.dattos.com.br\/en\/blog\/nfse-nacional\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NFS-e nacional<\/a>.<\/li>\n\n\n\n<li>Para tomadores de servi\u00e7o, os XMLs de entrada com CBS e IBS precisam ser arquivados e processados para aproveitamento dos cr\u00e9ditos correspondentes. A l\u00f3gica de cr\u00e9dito do <a href=\"https:\/\/www.dattos.com.br\/en\/blog\/cbs-e-ibs\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CBS e IBS<\/a> \u00e9 100% n\u00e3o cumulativa: cada campo correto \u00e9 cr\u00e9dito aproveit\u00e1vel.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">FAQ: o que mais voc\u00ea precisa saber sobre XML de NF-e?<\/h2>\n\n\n\n<p>As d\u00favidas mais frequentes de times fiscais sobre XML de NF-e:<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Posso usar o DANFE em vez do XML em uma fiscaliza\u00e7\u00e3o?<\/h3>\n\n\n\n<p>N\u00e3o. O DANFE \u00e9 um documento auxiliar sem valor jur\u00eddico aut\u00f4nomo. Em uma fiscaliza\u00e7\u00e3o, o Fisco exige o XML original com a chave de autoriza\u00e7\u00e3o da SEFAZ. Empresas que armazenam apenas o DANFE e n\u00e3o o XML est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o irregular.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que fazer com XMLs de notas canceladas?<\/h3>\n\n\n\n<p>Os XMLs de notas canceladas tamb\u00e9m precisam ser armazenados pelo prazo de 5 anos. O evento de cancelamento tem seu pr\u00f3prio XML, que precisa ser vinculado \u00e0 nota original. Descartar notas canceladas \u00e9 um erro comum que cria lacunas no arquivo fiscal.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como consultar um XML que foi perdido?<\/h3>\n\n\n\n<p>Notas emitidas podem ser consultadas no <a href=\"https:\/\/www.nfe.fazenda.gov.br\/portal\/principal.aspx\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Portal Nacional da NF-e<\/a> pela chave de acesso, com o download do XML dispon\u00edvel para notas dentro do prazo de disponibilidade. Para notas muito antigas ou de estados com sistemas pr\u00f3prios, a consulta pode ser feita diretamente na SEFAZ do estado emitente.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Existe obriga\u00e7\u00e3o de manifestar todas as notas recebidas?<\/h3>\n\n\n\n<p>A manifesta\u00e7\u00e3o do destinat\u00e1rio \u00e9 obrigat\u00f3ria para NF-e de opera\u00e7\u00f5es interestaduais. Para opera\u00e7\u00f5es estaduais, a obriga\u00e7\u00e3o varia conforme a UF. Na pr\u00e1tica, a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 manifestar todas as notas recebidas, especialmente as de maior valor, para documentar a ci\u00eancia da opera\u00e7\u00e3o e evitar responsabilidade solid\u00e1ria por notas desconhecidas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como preparar os processos fiscais da sua empresa para as novas obriga\u00e7\u00f5es de 2026?<\/h2>\n\n\n\n<p>CBS e IBS nos XMLs, novos campos na NFS-e, EFD atualizada, dois regimes fiscais coexistindo at\u00e9 2033. O time fiscal que chegar despreparado \u00e0 virada vai acumular inconsist\u00eancias que s\u00e3o dif\u00edceis de corrigir retroativamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Para mapear o que precisa estar pronto em processos, sistemas e equipe, baixe o <strong>checklist da reforma tribut\u00e1ria para finan\u00e7as<\/strong>, com as obriga\u00e7\u00f5es organizadas por fase da transi\u00e7\u00e3o e os pontos cr\u00edticos que mais geram erro nas opera\u00e7\u00f5es fiscais de grandes empresas.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-a89b3969 wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-100 is-style-outline is-style-outline--1\"><a class=\"wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-text-align-center has-custom-font-size wp-element-button\" href=\"https:\/\/www.dattos.com.br\/en\/contents\/checklist-reforma-tributaria\/\" style=\"border-radius:100px;background-color:#7eb905;font-size:19px;font-style:normal;font-weight:700;letter-spacing:1px\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Checklist da reforma tribut\u00e1ria<\/a><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entenda o que \u00e9 o XML da Nota Fiscal Eletr\u00f4nica, como ler os campos, como armazenar corretamente e como usar os dados para concilia\u00e7\u00e3o e compliance fiscal.<\/p>","protected":false},"author":17,"featured_media":36614,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"content-type":"","footnotes":""},"categories":[207],"tags":[208,368],"class_list":["post-36613","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-fiscal","tag-fiscal","tag-xml-de-nf-e"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.dattos.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36613","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.dattos.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.dattos.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dattos.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/17"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dattos.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36613"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.dattos.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36613\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":36615,"href":"https:\/\/www.dattos.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36613\/revisions\/36615"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dattos.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/36614"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.dattos.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36613"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dattos.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36613"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dattos.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36613"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}